quarta-feira, 13 de novembro de 2019

7 dicas para preparar a pele antes da depilação no verão

Incidência de encravamento, foliculite e aparição de manchas é maior no período; Problemas estão relacionados a falta de cuidados básicos e procedimentos mal realizados
Manter a pele lisinha por um longo tempo durante o verão, sem o risco de encravamento ou a aparição de manchas, não é uma tarefa fácil. Esses problemas ocorrem com maior incidência nessa época por conta do calor e da exposição solar prolongada, relacionados também a falta de cuidados básicos e procedimentos mal realizados. A fundadora da rede de depilação Pello Menos, Regina Jordão, ensina sete maneiras de preparar a pele para o procedimento durante o período. Confira, abaixo:
- Mantenha a pele hidratada
A pele hidratada permite que a cera libere os fios com mais facilidade e impede o risco de encravamento. No dia do procedimento, não use hidratantes ou cremes corporais, pois eles interferem na aderência da cera e dificultam o processo. Faça a hidratação até um dia antes da depilação e espere mais 24 horas para nutrir a pele novamente.
- Não tome sol antes e depois do processo
É necessário ficar 48h sem tomar sol antes e depois do processo, já que a pele recém bronzeada fica naturalmente fragilizada e em contato com a cera pode gerar queimaduras e vermelhidão. Regina aconselha o uso de protetor solar nas pernas após o procedimento, já que o sol pode incidir nas temíveis manchas pigmentadas.
- Tenha a pele limpa antes de aplicar a cera
Tomar uma ducha fria aproximadamente duas horas antes do processo evita a  contaminação bacteriana. O suor deixa a pele mais vulnerável a infecção e áreas do corpo como a pélvis, por exemplo, são normalmente mais quentes e úmidas, o que incide em uma propensão maior de inflamação.
 - Esfoliação também evita o risco de infecção
A esfoliação remove as células mortas da camada córnea da pele, o que impede a proliferação de bactérias e fungos. Esses agentes são responsáveis por grande parte dos problemas pós depilação. Faça uma esfoliação leve dois dias antes de depilar e espere mais dois para voltar a proceder com a técnica.
 - Suspenda o uso de cremes ou ácidos para o tratamento de estrias ou celulite
Cremes a base de retinol e outros ácidos sensibilizam a pele e não devem ser usados uma semana antes da depilação. O ideal é esperar o mesmo período para retomar o uso. Produtos a base de álcool também devem ser evitados no pré e pós depilação.
- Evite roupas apertadas
Roupas apertadas facilitam o encravamento do pelo por conta do atrito constante com a pele. A propensão do risco é ainda maior na virilha e nas coxas, sendo mais comum em mulheres que praticam esportes e atividades físicas.
- Busque um centro estético com referência
Regina explica que muitos dos problemas pós depilação, assim como a flacidez, estão mais relacionados a qualidade do serviço do que ao próprio puxa-puxa do processo. Cera de baixa qualidade e pouca elasticidade superaquece, o que pode ferir e manchar a pele, assim como prejudicar o folículo.
 SOBRE A REDE PELLO MENOS
A rede Pello começou em junho de 1996 num salão em Copacabana para oferecer um serviço diferenciado de depilação, minimizando as dores e o desconforto de salões de beleza pouco intimistas. Atualmente a rede conta com mais de 50 unidades nos estados do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Mais informações: www.pellomenos.com.br

Não abandone a pessoa mais importante se sua vida: você

O desleixo consigo mesmo demonstra abandono de sua própria pessoa

A busca por validação de qualidades e aprovação de outros, seja em um relacionamento no qual apenas uma das partes se doa ou no trabalho em que não se sente devidamente reconhecido causa comportamentos negativos em milhares de pessoas que se sentem derrotadas diante das suas próprias expectativas. Isso acaba desencadeando a falta de cuidado consigo mesmo, conhecida por desleixo, em todas as áreas da vida. 
O desleixo é apenas uma pequena amostragem dos maus tratos consigo mesmo, quando um indivíduo se rejeita, pois seus pensamentos estão repletos de definições do que não é e da falta de percepção do que é. 
“Simplesmente nos abandonamos por algum caminho qualquer e nem notamos. Como consequência nos condenamos a ter como companheira diária a insatisfação com o próprio corpo, com o meio social ao qual faz parte e a com a carreira, submetendo todo nosso potencial a um mero fazedor de tarefas para os outros”, comenta Claudia Deris, gestora de carreira.
Não pensar sobre projetos de vida, não desenvolver metas é literalmente desperdiçar todas as energias e habilidades em ações que não te darão retorno algum.
Olhar para si e se priorizar em nada tem a ver com egoísmo ou narcisismo, é exercitar o amor próprio e pedir licença para o respeito alheio. Respeito este que só ocorre quando nos respeitamos primeiro.
“Volte para sua morada, faça sua faxina emocional, delete o que em nada te agrega, defina suas prioridades e tenha coragem para apropriar-se de suas preferências e de seus sonhos. Explore, conheça, assuma e admire a singularidade de ser quem é”, orienta a gestora.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Cuidado com a Síndrome do Impostor


Você já ouviu falar na Síndrome do Impostor? Trata-se de uma desordem psicológica na qual a pessoa não aceita ou não admite suas conquistas, pois não acredita que é merecedora. O indivíduo acha que é uma fraude, que seu êxito se deve à sorte e que a qualquer momento alguém pode desmascará-lo. Em geral, quem possui a síndrome tem uma auto-cobrança excessiva, o que afeta negativamente o desempenho profissional.
Após estudo aprofundado, a psicóloga Gail Matthews, da Universidade Dominicana da Califórnia, detectou que a Síndrome do Impostor atinge, em média, 70% dos profissionais bem-sucedidos, principalmente mulheres, como a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama.
Michelle revelou, em uma entrevista concedida no Reino Unido, no final do ano passado, que sofreu com a síndrome durante anos. Tudo teria começado quando seu orientador profissional, na Universidade de Harvard, onde estudou, disse que ela nunca seria boa o suficiente, estigma que ela carregou por muito tempo e contra o qual ainda luta até hoje.
O perfeccionismo, muitas vezes, anda de mãos dadas com a síndrome. “A pessoa acredita que todas as tarefas que assume precisam ser perfeitamente executadas e, devido ao elevado nível de exigência, acaba procrastinando suas atividades. Geralmente, esse profissional tende a ser obsessivo com detalhes, podendo, inclusive, perder a objetividade”, alerta David Braga, CEO da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte.
De acordo com Braga, ao identificar essas posturas, o profissional deve buscar um mentor que o auxilie nas questões técnicas e lhe transmita mais segurança. “A psicoterapia também pode ser um bom caminho. Se conhecer, entender seus pontos fortes e fortalecer seus talentos é essencial. O indivíduo precisa se conscientizar de que suas conquistas não são uma questão de sorte. Sem talento, nada do que ele realizou teria sido possível”, enfatiza.
*David Braga é CEO, Board Advisor e Headhunter da Prime Talent (empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte). Ao longo de sua carreira, já avaliou mais de 6 mil executivos de alta gestão, selecionando para clientes Latam. David é colunista da BandNews FM, tem formação de Conselheiro de Administração pela Fundação Dom Cabral (FDC), possui certificação de Executive Coach pela International Association of Coaching e é practitioner em Micro Expressões e Programação Neurolinguística. O executivo tem vivência internacional em Trinidad and Tobago, Londres, África e Estados Unidos.   

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Vivi Guedes, personagem de Paolla Oliveira na novela A Dona do Pedaço, é capa da Glamour de Novembro

Vivi Guedes, personagem de Paolla Oliveira na novela A Dona do Pedaço, é capa da Glamour de Novembro
Qual o limite entre realidade e ficção? Na revista que chega às bancas no dia 08.11, a influencer de "A Dona do Pedaço" mostra tudo se funde e se completa
"O mais bonito do mundo é que ele se transforma o tempo inteiro, e eu aprendi a me preparar para todas as mudanças.” Da conversa com a influencer Vivi Guedes, capa da revista Glamour desse mês, essa é a frase que melhor resume tudo: sua trajetória, seu jeito de ver a vida e de entender os limites entre real/virtual. A capixaba, que foi adotada criança, hoje vive uma vida abastada, exibida no Insta (@estiloviviguedes) para 1,9 milhão de seguidores e diariamente em horário nobre, até o fim deste mês, na novela A Dona do Pedaço, da Globo.
Amada pelos pais, pelo público e pelas marcas (Avon e Duty Cosméticos estão entre as empresas com quem tem contrato), Vivi guarda em si a força de quem chegou lá apesar dos pesares. “Não lembro de detalhes da minha infância até ser adotada, mas tenho algumas imagens de braços maternos me envolvendo. Lembro também de uma festa e do sabor de um bolo com gosto de amor”, diz.
Quando criança, ela foi separada da irmã, Fabiana, e viu a mãe ser morta vítima da guerra entre os Ramirez e Matheus, famílias tradicionais (e rivais) do Espírito Santo. Seu destino mudou ao ser encontrada sozinha pelas ruas da cidade de Vitória por Beatriz e Otávio, seus pais adotivos, com quem cresceu em São Paulo cercada de mimos e completamente inserida no mundo da moda. Daí surgiu a vocação de digital influencer. “Como a minha família sempre acompanhou os lançamentos de coleções, comecei a postar as minhas experiências no mundo fashion. Quando vi já tinha milhões de ‘seguimores’ interessados”, conta. Seus acessos no mercado internacional também são poderosos.
Recentemente, Vivi “quebrou a internet” ao usar um vestido de látex do estilista britânico Atsuko Kudo, que já vestiu Kim Kardashian, Lady Gaga, Madonna e Nicki Minaj. Ainda que moda, beleza e lifestyle sejam os assuntos oficiais da influencer nas redes, um dos maiores escândalos da sua vida pessoal virou notícia: ela foi deixada no altar após Camilo, seu então noivo, descobrir uma traição.
Gerenciar essa crise seria um problema, caso os seus fãs não a apoiassem  incondicionalmente. A exposição, aliás, fez seus números passarem da casa do milhão. “A Kim [empresária] me aconselhou a não deixar os problemas pessoais interferirem no meu conteúdo. Mas receber o apoio dos ‘seguimores’ prova que cultivei uma relação em que todos torcem por mim além do virtual”, acredita. Outro exemplo de que a visibilidade de Vivi ultrapassa a timeline são as suas emblemáticas participações na televisão.
Ela esteve em programas cobiçados por qualquer celebridade no auge da carreira, como “Encontro com Fátima Bernardes”, ao lado de Camila Coutinho e Dudu Bertholini, e “Criança Esperança”, além de atuar como jurada do novo reality show de culinária “Best Cake”, que premia o melhor boleiro do País com R$ 1 milhão. “Tudo aconteceu tão rápido que só me leva a crer que ser um referencial de positividade e alto-astral me trouxe muito mais do que eu sempre sonhei”, diz. Inclusive estrelar a capa da Glamour deste mês, né?

Se você segue a ditadura da beleza, reveja seus conceitos

Olá tudo bem? Para seguir a ditadura da beleza, pessoas recorrem a grandes procedimentos, muitas vezes, desnecessários e até perigosos. Em um determinado momento, os excessos poderão ter uma consequência danosa ao organismo, como uma depressão ou um transtorno alimentar. Saiba o que as cobranças impostas pela sociedade têm feito com muitas pessoas.
Se você segue a ditadura da beleza, reveja seus conceitos
A ditadura da beleza é um fenômeno que penaliza. A busca por uma pseudo perfeição se tornou praticamente uma obrigação para muitas pessoas. Uma exigência para si mesmo e para os outros. A todo momento surgem novas dietas, técnicas de estética e um arsenal de produtos que remete a padrões de beleza cada vez mais extremistas. Conceitos que levam a promessas duvidosas para aqueles insatisfeitos com o que enxergam no espelho.
 
Segundo Elaine Di Sarno, psicóloga com especialização em Avaliação Psicológica e Neuropsicológica; e Terapia Cognitivo Comportamental, ambas pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas – FMUSP; essa idealização já está arraigada na nossa sociedade, como se fosse uma verdade absoluta e não houvesse opção de escolha. Veja alguns pontos destacados pela psicóloga que farão você rever estes conceitos:
 
Plástica não faz milagre
Para seguir a ditadura da beleza, pessoas recorrem a grandes procedimentos, muitas vezes, desnecessários e até perigosos. “Dependendo do porte, uma plástica, por exemplo, não deixa de ser uma cirurgia que, como qualquer outra, tem risco de complicações”, diz Elaine. Para ela, muito desta fixação pela aparência é motivada pela mídia, que reverencia o culto ao corpo ideal, ostentado em novelas, comerciais, revistas e, principalmente, nas redes sociais. “O cuidado que as celebridades têm com a aparência faz parte do trabalho. Muito do que vemos na televisão ou nas revistas é produto da profissão, eventualmente promovido pelas emissoras, editoras e pelos patrocinadores”.
 
A psicóloga ressalta que a plástica só justifica quando há alguma parte em discordância com o corpo e que realmente incomode a pessoa, como um nariz muito grande, em desarmonia com o rosto. “Correr o risco de uma cirurgia na tentativa de se assemelhar a uma determinada celebridade é irreal, pois cada um tem características físicas diferentes. O que pode ser lindo numa pessoa pode ficar desproporcional ao seu biotipo. Insistir nessa busca só vai trazer frustração e transtornos de autoimagem”, esclarece Elaine.
 
Mulheres são as mais cobradas
No caso das mulheres, ainda há a exigência de uma dupla ou tripla jornada (cuidar da casa, do marido, das crianças, do emprego, do curso de especialização, do supermercado e ainda estar impecável na aparência). “Não importa se você seja ocupada demais. As pessoas sempre vão reparar se você engordou, se está com as unhas feitas, o cabelo arrumado ou com a pele bonita”. Diante disso, segundo Elaine Di Sarno, vem o stress, a sobrecarga e a ansiedade. “Não à toa, as mulheres são mais predispostas a ter depressão e a desenvolver transtornos de ansiedade. Enquanto cerca de 20% delas apresentam algum episódio depressivo ao longo da vida, apenas 12% dos homens sofrem o mesmo. Claro que há influência de hormônios, especialmente em determinadas fases, como na tensão pré-menstrual, na menopausa ou durante a gestação. Mas os fatores sociais certamente acentuam estes sintomas”.
 
Transtorno alimentar: o maior dos perigos
Em um determinado momento, segundo a psicóloga, os excessos poderão ter uma consequência danosa ao organismo, como os distúrbios alimentares. Termos como Ana e Mia designam as doenças anorexia e bulimia, respectivamente. Doenças estas cujas mulheres se identificam em perfis das redes sociais ou blogs que “ensinam” como ficar sem comer por horas, entre outras dicas para atingir o inatingível padrão de beleza. Tanto a anorexia como a bulimia são mais comuns entre adolescentes e mulheres jovens - cerca de 0,5 a 3% das mulheres sofrem de transtornos alimentares, segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais IV (DSM-IV).
 
“Pessoas com transtornos alimentares enfrentam uma guerra diária todas as vezes em que se olham no espelho. Por mais magérrimas que estejam, se veem gordas, deformadas. Nunca acham que as roupas caem bem, porque sempre enxergam defeitos que não existem. E mesmo já estando abaixo do peso considerado saudável. O resultado é uma paulatina deterioração física e mental, que começa com sintomas leves, como tonturas, tremedeiras, fraquezas, gastrites, variações de humor, complicações cardiovasculares e renais, podendo levar à morte”, constata Elaine.

Cuide da estética, mas principalmente da saúde
De acordo com a psicóloga, se as pessoas acreditassem na sua beleza genuína e singular, não importaria o que as indústrias da moda, da beleza, do consumo e os meios de comunicações nos impõem. “Cuidar-se é saudável, mas se deixar escravizar a ponto de colocar a própria vida em risco é doença, e que deve ser tratada. Cada um deve encontrar o seu equilíbrio, buscando seu bem-estar dentro de suas limitações. Talvez fosse importante que as pessoas resgatassem outros interesses, como cultura ou hobbies, que poderiam ocupar a mente e dar menos espaço a todo esse frisson de padrão de beleza”, finaliza Elaine Di Sarno.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Menopausa e climatério, você sabe a diferença?

Ginecologista do Hospital São Camilo responde a dúvidas sobre o assunto
A vida da mulher é marcada por alterações hormonais que caracterizam ciclos em sua existência, e o climatério é a etapa que reflete o fim de sua fase reprodutiva.
Segundo a médica Dra. Fernanda Freire, ginecologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, é comum as pessoas confundirem a menopausa com o climatério, sendo mais difícil entender e participar do tratamento.
Abaixo, a especialista responde a 7 questões sobre o assunto:
Qual a diferença entre menopausa e climatério?
“O climatério é o processo que caracteriza o fim do menacme, que é o período fértil da mulher, sendo uma endocrinopatia natural do organismo, dividida em três fases: a pré-menopausa, a perimenopausal e a pós-menopausa”, explica.
Como funcionam essas fases?
Segundo Dra. Fernanda, o climatério começa na pré-menopausa, momento onde o corpo já passa os primeiros sinais de esgotamento dos folículos ovarianos e ocorre a redução da produção de estradiol. “Essa etapa vai até a menopausa, e é marcada por sintomas típicos, como calorões ou fogachos, entre outros, por exemplo”, frisa.
O período perimenopausal, por sua vez, é um meio termo antecessor e sucessor da menopausa, onde existe irregularidade na menstruação, além de uma alteração hormonal maior, com mais sintomas. Já a menopausa, de acordo com a especialista, tem duração de aproximadamente 2 anos e é o espaço entre a última menstruação da mulher e a pós-menopausa, que vai até a senilidade.
Quais são as causas deste processo?
“A causa é a diminuição da função dos ovários, que pode ocorrer em idade que independe. Além de relacionados à fertilidade, os ovários também produzem uma série de hormônios que entram em baixa nessa fase, um tipo de endocrinopatia natural”, ressalta a ginecologista.
Quais os sintomas do climatério?
A especialista explica que os sintomas estão relacionados a cada fase, sendo que os sinais que identificam o começo do climatério são:
  • Secura vaginal, acarretando coceira na vagina, perda de urina e dor à relação sexual;
  • fogachos (calores);
  • tontura, perda de memória, fadiga e insônia;
  • sintomas depressivos e irritabilidade;
  • diminuição da libido;
  • perda de massa óssea;
  • aumento do risco para doenças cardiovasculares.
Com que idade ocorre?
De acordo com a médica, o climatério começa normalmente por volta dos 40 anos, e a menopausa ocorre entre 45 e 55 anos, dependendo de cada caso. “Quando acontece antes dos 40 anos, nós chamamos de menopausa precoce”, esclarece.
Existe tratamento?
“O tratamento é feito com reposição hormonal, que deve ocorrer no momento certo e deve ser feito com acompanhamento médico”. O especialista alega que o tratamento visa reduzir os sintomas que afetam a qualidade de vida da mulher, e pode ser feito via oral, tópica ou vaginal.
Toda a mulher passa por esta fase?
“Sim, é inevitável, mas cada uma tem sua própria percepção neste período delicado e nem todas apresentam os sintomas, além das que não necessitam da terapia hormonal”, conta.
Ainda segundo as indicações da ginecologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o importante é manter uma rotina constante de visitas ao especialista, que saberá instruir para a melhor forma de passar por este período.

Fonte : Máquina Cohn & Wolfe

Oratória é coisa de mulher? Sim!

Por que as mulheres fogem tanto dessa responsabilidade pessoal, social e profissional?

É muito comum observarmos mulheres competentes, empoderadas, inteligentes e, até mesmo, mulheres que já ocupam cargos de poder e que até já exercem uma grande influência na sociedade, fugirem dessa responsabilidade ou alegarem despreparo, nervosismo e ansiedade no ato da fala.
“Existem três elementos cruciais para entender esse fenômeno na vida das mulheres, por onde também poderemos construir as alternativas de superação e de libertação delas”, conta Sirley Maciel, analista comportamental e escritora.
O primeiro está associado a condição da fala feminina, considerada social, cultural e historicamente, como uma fala de segunda ordem. Mesmo ocupando cargos de chefias, de liderança e de destaque na sociedade, as mulheres não consideram esses espaços como seus. Elas alegam se sentirem radiografadas, julgadas, observadas e expostas.
“Esses sentimentos desconfortáveis, geram vários mecanismos de desculpas e de resistência das mulheres para não enfrentar os espaços de fala pública”, relata a especialista. Uma alegação muito comum é de que as mulheres constrangem mais que os homens e que os mecanismos de constrangimentos vindo dos homens são diferentes daqueles vindo de mulheres, sendo esses mais cruéis.
A segunda constatação é de que a fala masculina vem sendo historicamente classificada como a fala normativa, padrão, correta e de poder.
Nesse sentido, as dificuldades das mulheres só se ampliam. “Elas, nos espaços públicos, estão sempre em lugares que não são considerados delas, sendo observadas, como uma voz errada, feia, fina e que não passa segurança, verdade e confiança. Isso porque a voz masculina é considerada, inclusive pelas próprias mulheres, como detentoras de uma voz forte, bonita, imponente e que passa a verdade, segurança e confiança”, explica Sirley.
E a terceira constatação, está nos corpos, gestos e posturas de homens e mulheres. Ao se sentirem inseguros os homens tendem a enfrentar os desafios com uma postura gestual e corporal que representam segurança, confiança e determinação. Isso porque, a oratória é algo que estaria inerente à condição de gênero para os homens.
Assim sendo, eles jamais admitem ou expressam as reais condições e os reais sentimentos nesses momentos de exposição pública. As mulheres tendem a ser mais sinceras e contam ou expressam todo seu desconforto, insegurança e o mau estar que sentem nesses momentos de atuação pública.
O que fazer para tornar esses momentos mais gratificantes, prazerosos e produtivos para as mulheres? A especialista explica:
1) Trabalhar e desenvolver a autoestima nas mulheres;
2) Realizar treinamentos de comunicação e oratória exclusivos para mulheres e, de preferência, por pessoas que tenham pesquisas e compreendam as diferenças e necessidades específicas das mulheres;
3) Desenvolver novas pesquisas para ajustar as necessidades técnicas da oratória às necessidades das mulheres. Reconhecendo em sua comunicação e oratória as qualidades, diferenciais e eficiências que tornam a comunicação feminina uma necessidade para a oratória moderna. Minimizando os efeitos destrutivo das relações machistas, preconceituosas que penduram e das quais as mulheres ainda estão sujeitas.

fonte :

Toda Comunicação

7 dicas para preparar a pele antes da depilação no verão

Incidência de encravamento, foliculite e aparição de manchas é maior no período; Problemas estão relacionados a falta de cuidados básicos e...